" não sei porque, eu sempre acho o olhar do povo ribeirinho triste. é a dureza da vida" - palestrante, segundos antes de aparecer no telão uma foto de uma menina ribeirinha sorrindo
oi.
tenho 18, moro longe de casa mas é minha mãe que lava minha roupa. tenho duas gatas, faço teatro, sento no chão só porque alguém um dia me disse que eu não podia. mas minha rebeldia acaba por aí. tenho uma capacidade absurda de criar ótimas respostas e frases de efeito... depois do momento em que elas seriam úteis. sou ridícula, em suma.
faço história. e sempre tive meu caderninho de frases, pérolas e outras asnices que eu ouço. e graças ao juninho [ o/\o é nóis tru! ] agora elas serão publicadas.
so long o/
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